Automação SOAR

Automação SOAR com controle operacional e rastreabilidade

Desenhamos playbooks que retiram trabalho repetitivo do analista sem criar automações frágeis, opacas ou difíceis de sustentar.

Falar sobre este serviço

Contexto

O desafio não termina na configuração da ferramenta.

Automatizar um fluxo mal definido apenas executa o erro mais rápido. Um programa SOAR confiável precisa de critérios de entrada, decisões explícitas, controle de privilégios, tratamento de falhas e uma saída clara para o analista. A Navira combina desenho de processo e engenharia de integrações.

Sinais comuns

Quando esta frente precisa de atenção

  • Playbooks longos, sem modularidade ou testes
  • APIs instáveis, credenciais excessivas e falhas silenciosas
  • Automações sem aprovação para ações de alto impacto
  • Case management desconectado do SIEM e do ITSM
  • Baixa visibilidade de tempo economizado e taxa de sucesso
  • Dependência de uma pessoa para manter o conteúdo

Escopo técnico

O que avaliamos e implementamos

01

Seleção de casos

Mapeamento do esforço manual, frequência, risco, reversibilidade e qualidade dos dados antes de automatizar.

02

Playbooks

Fluxos modulares para triagem, enriquecimento, notificação, abertura de caso, contenção e coleta de evidências.

03

Integrações

Conectores e APIs para SIEM, EDR/XDR, identidade, firewall, threat intelligence, e-mail, ITSM e colaboração.

04

Controles

Aprovações humanas, segregação de funções, escopo mínimo de credenciais, limites e ações reversíveis.

05

Resiliência

Timeout, retry, idempotência, tratamento de erro, filas de exceção e observabilidade da automação.

06

Governança

Versionamento, revisão, documentação, evidências de execução e métricas de eficácia.

Entregáveis

Artefatos que permanecem com a operação.

Tecnologias: Cortex XSOAR, Microsoft Sentinel e Logic Apps, Splunk SOAR, Google Security Operations, APIs REST, webhooks, plataformas ITSM e serviços de identidade e endpoint.

  • Mapa de processos e oportunidades
  • Matriz de risco e prioridade de automações
  • Playbooks e componentes reutilizáveis
  • Integrações e especificações de API
  • Modelo de permissões e credenciais
  • Testes funcionais, de erro e rollback
  • Runbooks, métricas e governança de mudanças

Resultado operacional

Mudanças observáveis no trabalho diário

  • Menor tempo de triagem para eventos repetitivos
  • Execução consistente de etapas de investigação
  • Contenções com aprovação e trilha de auditoria
  • Menos troca manual entre ferramentas
  • Playbooks sustentáveis pelo time interno

Modelo de atuação

Do recorte inicial à sustentação

  1. 01

    Descoberta

    Reunião técnica, materiais existentes e definição de acessos e escopo.

  2. 02

    Baseline

    Evidências do estado atual, riscos, dependências e critérios de sucesso.

  3. 03

    Execução

    Backlog em ciclos curtos, validação conjunta e mudanças controladas.

  4. 04

    Transferência

    Documentação, sessão técnica, pendências e indicadores para continuidade.

Perguntas frequentes

Antes de iniciar

Toda resposta deve ser automatizada?

Não. A decisão considera impacto, confiança da detecção, reversibilidade e qualidade do contexto. Ações críticas normalmente começam com aprovação humana.

Vocês desenvolvem integrações personalizadas?

Sim, quando conectores nativos não atendem. A integração inclui autenticação, limites, erros, logs e documentação.

Como medir o retorno do SOAR?

Medimos taxa de execução, sucesso, exceções, tempo evitado, tempo de ciclo e efeito no SLA — não apenas quantidade de playbooks.

É possível revisar playbooks existentes?

Sim. Avaliamos desenho, privilégios, confiabilidade, manutenção e aderência ao processo real do SOC.

Contato direto

Vamos delimitar o problema técnico?

Envie o cenário, as plataformas envolvidas e o resultado esperado. A Navira responde diretamente, sem formulário ou cadastro.

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