Integração de logs

Integração de logs com qualidade mensurável

Projetamos pipelines de telemetria para que eventos críticos cheguem completos, no tempo esperado e no formato necessário para detecção e investigação.

Falar sobre este serviço

Contexto

O desafio não termina na configuração da ferramenta.

Uma fonte aparecendo no SIEM não prova que a integração está correta. Eventos podem chegar atrasados, sem campos, duplicados, com timezone incorreto ou em volume que inviabiliza o custo. A validação precisa conectar a origem ao caso de uso que depende dela.

Sinais comuns

Quando esta frente precisa de atenção

  • Coleta interrompida sem alerta operacional
  • Eventos descartados, truncados ou duplicados
  • Parsers frágeis diante de versões e variações
  • Campos críticos ausentes ou normalizados incorretamente
  • Ingestão de alto volume sem consumidor definido
  • Mudanças na origem sem gestão de impacto

Escopo técnico

O que avaliamos e implementamos

01

Requisitos

Casos de uso, eventos necessários, campos mínimos, latência, volume, retenção e criticidade.

02

Coleta

Agentes, syslog, API, cloud events, filas, webhooks, arquivos e arquiteturas com buffers.

03

Transformação

Parsing, filtragem, enriquecimento, redaction, roteamento, agregação e normalização.

04

Qualidade

Completude, validade, unicidade, atualidade, consistência e testes com eventos conhecidos.

05

Resiliência

Retry, backpressure, store-and-forward, alta disponibilidade, proteção de credenciais e filas de erro.

06

Observabilidade

Métricas e alertas para volume, atraso, perda, schema e saúde de ponta a ponta.

Entregáveis

Artefatos que permanecem com a operação.

Tecnologias: Cribl, conectores nativos e APIs para Microsoft Sentinel, Splunk, Google Security Operations, IBM QRadar, Rapid7 InsightIDR, Cortex XSIAM, além de syslog, CEF, JSON e serviços de nuvem.

  • Catálogo de fontes e consumidores
  • Especificações de campos e critérios de aceite
  • Arquitetura do pipeline
  • Parsers, transformações e rotas
  • Testes com evidências ponta a ponta
  • Painéis e alertas de saúde
  • Runbook de falhas e gestão de mudanças

Resultado operacional

Mudanças observáveis no trabalho diário

  • Maior confiança na telemetria usada pelas regras
  • Falhas de coleta detectadas mais cedo
  • Schemas consistentes para busca e correlação
  • Volume e custo alinhados ao uso do dado
  • Onboarding repetível para novas fontes

Modelo de atuação

Do recorte inicial à sustentação

  1. 01

    Descoberta

    Reunião técnica, materiais existentes e definição de acessos e escopo.

  2. 02

    Baseline

    Evidências do estado atual, riscos, dependências e critérios de sucesso.

  3. 03

    Execução

    Backlog em ciclos curtos, validação conjunta e mudanças controladas.

  4. 04

    Transferência

    Documentação, sessão técnica, pendências e indicadores para continuidade.

Perguntas frequentes

Antes de iniciar

Todo log deve ir para o SIEM?

Não. O destino e a retenção devem seguir o uso do dado, os requisitos regulatórios e o custo. Dados sem consumidor conhecido precisam ser questionados.

A Navira trabalha com Cribl?

Sim. Usamos Cribl para roteamento, transformação, controle de volume e observabilidade quando a arquitetura se beneficia dessa camada.

Como validar um parser?

Com amostras representativas, campos obrigatórios, eventos positivos e negativos, timestamps, encoding, variações de versão e consultas consumidoras.

Vocês corrigem integrações já existentes?

Sim. Fazemos diagnóstico ponta a ponta para separar problemas de origem, transporte, transformação, destino e conteúdo.

Contato direto

Vamos delimitar o problema técnico?

Envie o cenário, as plataformas envolvidas e o resultado esperado. A Navira responde diretamente, sem formulário ou cadastro.

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